Domingo, 14 de abril de 2024
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NOVELA SEM FIM

'Governador não anda de ônibus', diz Márcia ao afirmar que desenrola VLT em 7 meses

Única candidata ao governo do Estado o colocar a conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em sue plano de governo, Márica Pinheiro afirmou na manhã desta quinta-feira (25) que Mauro Mendes (União) defende o BRT (ônibus de trânsito rápido em inglês) porque não anda de ônibus. A primeira-dama da Capital também prometeu que, se eleita, irá desenrolar as obras do VLT em, no máximo, sete meses.

'Não é ele que vai andar de BRT ou VLT. Nós queremos o melhor para as pessoas. Quem viaja o mundo está vendo o VLT. Rio de Janeiro acabou de cancelar todo o BRT porque não deu certo. Por que Cuiabá vai ser retrógada? Tem que ir para frente', defendeu Márcia em entrevista à rádio Vila Real.

Ela também afirmou que a proposta do governador Mauro Mendes não é, de fato, o BRT, mas faixas de ônibus. 'Sou de Curitiba, andei de BRT desde 1971. A proposta colocada em Cuiabá não é BRT, é ônibus com faixa exclusiva'.

Para dar seguimento às obras do VLT, a candidata alegou que irá primeiro focar na judicialização do caso. 'A judicialização, tirar isso, no máximo, em seis, sete meses, consegue reverter e imediatamente iniciar o VLT'.

Márcia defendeu que o VLT é o melhor modal de transporte para Cuiabá e Várzea Grande, que inclusive foi apoiado por Mendes quando ele era prefeito. 'Quando era prefeito, por que apoiou ter o VLT? Deixou cortar a cidade e arrancar todas as árvores. Por que na época ele não falou não? Porque quem manda na cidade é o prefeito. As pessoas têm o direito de andar de VLT', argumentou.

Sobre os custos da passagem, que Mendes alega ser maior no VLT do que no BRT, Márcia afirmou que é possível subsidiar esse custo, como já é feito no transporte coletivo na região metropolitana.

'Para as obras, nós temos R$ 9 bilhões de incentivos fiscais. Se tirar 5% disso já entrega o VLT. Tem que buscar parceria público-privada, subsídio. O próprio transporte coletivo tem. Quem paga a tarifa do estudante, do idoso? É tudo subsidiado, para chegar a um consenso da tarifa. Mas isso não vai impactar o bolso do cidadão'.

 

 
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