Quarta-feira, 10 de junho de 2026
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CAPISTRUM

Candidata ao Governo crê em acordo para acabar com ação sobre 'cabidão' na Saúde

A primeira-dama e candidata ao governo de Mato Grosso, Márcia Pinheiro (PV), afirmou nesta quinta-feira (8), que será realizado um acordo para encerrar o processo na qual ela foi investigada pela Operação Capistrum por um suposto esquema de contratações ilegais na Prefeitura de Cuiabá. Segundo Márcia, seus advogados foram chamados pelo Ministério Público Estadual (MPE) para fechar o acordo e extinguir a ação.

Deflagrada em outubro de 2021, a operação resultou no afastamento do prefeito Emanuel Pinheiro e na proibição da primeira-dama de frequentar o Palácio Alencastro. Em entrevista à rádio CBN nesta quinta, Márcia voltou a falar que não havia elementos para a operação, o que agora seria encerrado definitivamente através do acordo.

'Há 10 dias o próprio Ministério Público entrou em contato com os nossos advogados solicitando para fazer acordo e arquivar a denúncia. Provamos a nossa inocência', afirmou Pinheiro.

Márcia afirmou ainda que não pediu a suspensão da decisão por acreditar que o 'Ministério Público deve investigar da forma que melhor eles quiserem. (...) Não temos nada, foi provado que nada temos a ver com isso'.

Ela também enfatizou que, mesmo sem poder entrar na Prefeitura, nunca deixou de realizar o trabalho social. 'Eu vou muito pouco lá e não preciso de espaço físico para fazer projeto social'.

Sobre sua influência na gestão do marido, Márcia garantiu que dá suas opiniões, 'mas ele aceita se quiser, porque ele é o prefeito da Capital'. E que, caso seja eleita, vai funcionar da mesma forma. 'Lógico que ele vai dar opinião, mas quem vai ser a governadora sou eu, Márcia Pinheiro'.

 

 
 
 
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