Domingo, 14 de abril de 2024
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OPERAÇÃO RENEGADOS

Justiça nega soltura de PM e empresário acusados de participar de quadrilha de policiais

Uma decisão da 7ª Vara Criminal de Cuiabá negou a revogação da preventiva do policial militar Adilson de Jesus Pinto, acusado de fazer parte de uma quadrilha composta por agentes de segurança que cometia crimes como roubo e exploração sexual de adolescentes que foi descoberta pela Operação Renegados, em maio de 2021.

As defesas de Adilson e de Delisflasio Cardoso Bezerra Silva - réu que se passava por policial civil - pediram novamente pela soltura, o que foi negado em decisão de 18 de novembro, publicada no Diário de Justiça de 21 de novembro.

O próprio Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) começou a investigar os policiais civis e militares após denúncias de crimes como roubo qualificado, tráfico de drogas, corrupção, favorecimento da prostituição, entre outros.

O grupo era comandado por um policial civil que não só cometia os crimes como também ajudava a encobertar ações de traficantes da Grande Cuiabá. Ao todo são investigados 12 policiais civis, três militares e mais 10 pessoas sem ligação com a segurança pública.

 
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