Quinta-feira, 30 de maio de 2024
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CUSTÓDIA

Defesa alega esquizofrenia para tentar livrar assassino de advogada

Defesa alegou que ele é incapaz e que deveria ser internado provisoriamente até que o caso seja julgado

Foto: Reprodução

Defesa alega esquizofrenia para tentar livrar assassino de advogada
Na audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (14), a defesa de Almir Monteiro dos Reis, acusado de matar a advogada Cristiane Castrillon de Fonseca Tirloni, alegou que ele é incapaz e que deveria ser internado provisoriamente até que o caso seja julgado. O ex-policial militar, que estava trabalhando como taxista, tem extensa ficha criminal.
 
Apesar da alegação da defesa de que ele não tem condições de responder pelos seus atos, na decisão da juíza Suzana Ribeiro que converteu a prisão em flagrante em preventiva a magistrada negou essa hipótese, já que um atestado médico de junho deste ano consta a aptidão física e mental do suspeito para a realização de seu trabalho.
 
Cristiane foi morta no domingo (13), depois de ter conhecido Almir em um bar próximo da Arena Pantanal e ter ir para a casa dele onde foi espancada, asfixiada até a morte e ainda há sinais de um possível estupro. Depois de cometer o crime ele colocou a vítima no carro e deixou o veículo no estacionamento do Parque das Águas, onde ela foi encontrada já sem vida pelo irmão.
 
Na ficha de Almir constam crimes como roubo majorado, furto qualificado, receptação, falsificação de sinal automotor/uso de documento público. Em uma das ocorrências ele chegou a sequestrar e fazer um familiar de refém para não ser preso após um roubo.
 
Em junho deste ano a Justiça conseguiu localizá-lo para cumprir a condenação de dois anos de internação por um roubo cometido em 2014. Na época ficou reconhecida a inimputabilidade do réu, com a determinação da internação. No entanto, o Hospital Adauto Botelho se negou a receber o réu, que também não foi encaminhado para nenhuma unidade penitenciária e permaneceu solto.
 
Informações preliminares são de que o ex-policial, que foi expulso da corporação justamente por ter cometido vários crimes, estava trabalhando como taxista na região da rodoviária de Cuiabá. Ao ser preso ele alegou que a morte de Cristiane foi um acidente.

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