Terça-feira, 23 de julho de 2024
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REVIRAVOLTA NO CASO

Pistoleiro diz que mandante de assassinato de Zampieri é homem e tem sotaque Italiano; vídeo

A empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, suspeita de ser mandante da execução foi solta nesta quarta

Foto: Reprodução

Pistoleiro diz que mandante de assassinato de Zampieri é homem e tem sotaque Italiano; vídeo
Em depoimento prestado à Polícia Civil, o pistoleiro Antônio Gomes da Silva, afirmou que o assassinado do advogado Roberto Zampieri, teria sido um 'serviço mal feito', porque ele teria sido pressionado, pelo instrutor de tiro, Hedilerson Barbosa, apontado como intermediador do caso. O depoimento foi gravado, e as imagens divulgadas à imprensa. Veja os detalhes do relato do assassino.

Segundo o depoimento de Antônio, o mandante do crime seria um homem. Questionado sobre de quem seria a fazenda, ele disse que nenhuma negociação direta foi feita com o contratante do serviço.

"Tem um pessoal aí que tá precisando de alguém. Um cara que tá roubando a fazenda do pessoal lá de Cuiabá, e precisa de alguém para executar", disse.


Disse ainda que sabia apenas que a vítima já tinha tomado uma propriedade do mandante e que estava para tomar outra do irmão dele.

Zampieri foi morto no dia 05 de dezembro do ano passado, no Bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá, e toda a ação foi filmada por várias câmeras de segurança.

Nesta quinta-feira (18), uma decisão do juiz João Bosco Soares da Silva, do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), concedeu a prorrogação da prisão temporária do pistoleiro por mais 30 dias. E na mesma decisão, soltou a empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, suspeita de ser a mandante da execução do advogado.

Na decisão consta que em seu depoimento, Antônio diz que o mandante seria um homem, “onde ele aponta que o mandante seria um homem (com sotaque “italiano”), que teria perdido uma fazenda para vítima e que seu irmão também estava prestes a perder", diz um trecho do documento.

 A defesa de Maria Angélica destacou também que a investigada entregou voluntariamente à autoridade policial, o seu aparelho telefônico com a respectiva senha, as armas e o seu passaporte.

Veja trecho do depoimento:

 
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