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Jardes Johnson, g1 MT

15/08/2025 - 16:43

MT tem a 3ª menor taxa de desemprego no país durante 2º trimestre de 2025, diz IBGE

Taxa de desemprego em Mato Grosso (%)
2° trimestre de 2025 (abril a junho)
20222023202420252,52,7533,253,53,7544,254,5
2022
 : 4,4
Fonte: IBGE

Em Mato Grosso, havia 58 mil pessoas desempregadas (2,8%), entre abril e junho de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número deixa o estado em terceiro lugar no ranking das menores taxas de desemprego, atrás apenas de Santa Catarina (2,2%) e Rondônia (2,3%).

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o número representa uma redução de 10 mil pessoas ( -14,8%). A taxa também é a menor do estado em comparação com o mesmo período dos últimos três anos (veja o gráfico acima).

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Cuiabá também apresentou queda entre abril e junho de 2025, com a taxa de desemprego estimada em 3,6%, em comparação com o segundo trimestre de 2024 (4,9%).

O IBGE considera desocupadas as pessoas que não têm trabalho, mas estão ativamente procurando uma oportunidade, mesmo critério usado em padrões internacionais.

Ainda de acordo com o levantamento, a população empregada no segundo trimestre de 2025 em Mato Grosso foi estimada em 2 milhões de pessoas, sem variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo período do ano anterior.

No entanto, os dados também revelaram que a taxa de informalidade no segundo trimestre do ano aumentou no estado, ficando em 35,5%, um aumento de 1,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024.

Desemprego cai em 18 estados brasileiros

No país, a taxa de desemprego ficou em 5,8%, uma queda em relação ao primeiro trimestre, quando a taxa era de 7%. Este é também o menor índice registrado para o período desde que o IBGE passou a calcular o indicador, em 2012. A taxa caiu em 18 estados brasileiros. Veja abaixo:
"O primeiro trimestre mostrou que o mercado conseguia absorver grande parte da mão de obra temporária. Agora, os dados do segundo trimestre confirmam que o mercado continua resistente a pioras, indicando um cenário positivo", afirma William Araújo, pesquisador do IBGE.

Segundo ele, isso explica o aumento do emprego formal e a redução da informalidade no país.
 
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